A CONTRIBUIÇÃO DE ROBERT MERTON E THOMAS KUHN PARA A VISÃO AUTO-ORGANIZADA DA COLABORAÇÃO CIENTÍFICA: um estudo metateórico

A CONTRIBUIÇÃO DE ROBERT MERTON E THOMAS KUHN PARA A VISÃO AUTO-ORGANIZADA DA COLABORAÇÃO CIENTÍFICA: um estudo metateórico :: Brapci 2.0
[Informação & Informação; v. 23, n. 3 (2018); 17-37]
Artigo
A CONTRIBUIÇÃO DE ROBERT MERTON E THOMAS KUHN PARA A VISÃO AUTO-ORGANIZADA DA COLABORAÇÃO CIENTÍFICA: um estudo metateórico

Resumo: Este trabalho objetiva refletir a colaboração científica à luz dos estudos de Merton e Kuhn, a fim de propor uma abordagem conceitual-teórico-metodológico para a colaboração, tratada aqui como uma atividade espontânea e auto-organizada. Para tanto, apresenta as análises metateóricas de Ritzer e descreve o comportamento científico colaborativo a partir da teoria dos autores eleitos. Identifica que o comportamento dos pesquisadores pode ser determinado a partir de padrões e normas sociais da comunidade científica, associados às normas cognitivas individuais. Considera que as propostas de Merton e Kuhn podem ser completares, e que quando associadas tendem a endossar a perspectiva autônoma e autorregente do processo de colaboração científica uma vez que o processo de construção do conhecimento pode ser considerado resultado de interações sociais, todavia, esta última condicionada às características estruturais de cada domínio conforme a proposta de Merton, somada as preferências e normas cognitivas individuais dos pesquisadores que participam do processo de construção do conhecimento, evidenciando a existência de normas cognitivas no fazer científico, destacada por Thomas Kuhn.

Palavras-chave: Ciência da Informação. Sociologia da Ciência. Bibliometria. Colaboração Científica. Paradigma. Rede Social.



Como citar
HILáRIO, C. M.; GRÁCIO, M. C. C. A contribuição de robert merton e thomas kuhn para a visão auto-organizada da colaboração científica: um estudo metateórico. Informação & Informação, v. 23, n. 3, p. 17-37, 2018. DOI: 10.5433/1981-8920.2018v23n3p17 Acesso em: 24 ago. 2019.

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DescritorA CONTRIBUIÇÃO DE ROBERT MERTON E THOMAS KUHN PARA A VISÃO AUTO-ORGANIZADA DA COLABORAÇÃO CIENTÍFICA: um estudo metateórico
HILáRIO, Carla Mara; GRÁCIO, Maria Claudia Cabrini
Informação & Informação, n. 3, v. 23, p. 17-37, 2018. (Artigo) (pt-BR) 3
Identificadorhttp://www.uel.br/revistas/uel/index.php/informacao/article/view/26314 (pt-BR) 3
IdentificadorDOI: 10.5433/1981-8920.2018v23n3p17 (pt-BR) 3
TítuloA CONTRIBUIÇÃO DE ROBERT MERTON E THOMAS KUHN PARA A VISÃO AUTO-ORGANIZADA DA COLABORAÇÃO CIENTÍFICA: um estudo metateórico (pt-BR) 3
AutorHILáRIO, Carla Mara (pt-BR) 1
AutorGRÁCIO, Maria Claudia Cabrini (pt-BR) 1
Link de acessohttp://www.uel.br/revistas/uel/index.php/informacao/article/view/26314/pdf (pt-BR) 3
EdiçãoInformação & Informação, n. 3, v. 23, 2018. (pt-BR) 2
Nome da PulicaçãoInformação & Informação (pt-BR) 1
SessãoArtigo (pt-BR) 1
Disponibilizado2018-12-27 (pt-BR) 1
hasAbstractEste trabalho objetiva refletir a colaboração científica à luz dos estudos de Merton e Kuhn, a fim de propor uma abordagem conceitual-teórico-metodológico para a colaboração, tratada aqui como uma atividade espontânea e auto-organizada. Para tanto, apresenta as análises metateóricas de Ritzer e descreve o comportamento científico colaborativo a partir da teoria dos autores eleitos. Identifica que o comportamento dos pesquisadores pode ser determinado a partir de padrões e normas sociais da comunidade científica, associados às normas cognitivas individuais. Considera que as propostas de Merton e Kuhn podem ser completares, e que quando associadas tendem a endossar a perspectiva autônoma e autorregente do processo de colaboração científica uma vez que o processo de construção do conhecimento pode ser considerado resultado de interações sociais, todavia, esta última condicionada às características estruturais de cada domínio conforme a proposta de Merton, somada as preferências e normas cognitivas individuais dos pesquisadores que participam do processo de construção do conhecimento, evidenciando a existência de normas cognitivas no fazer científico, destacada por Thomas Kuhn. (pt-BR) 3
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